Pular para o conteúdo →

5 Coisas que Aprendi Escrevendo e Publicando Lobo de Rua

Lobo de Rua, novela de fantasia urbana que foi também a minha primeira publicação, é o marco zero de uma almejada carreira como escritora profissional. Primeiro clichê do texto, mas verdade universal: aprender é um processo constante. Nele, nossa experiência própria é o que mais conta, mas a absorção da experiência de terceiros também tem grande valor. Por isso, compartilho aqui cinco coisas que aprendi com a minha primeira publicação. Senta que lá vem história!

Ir para o texto 5 Coisas que Aprendi Escrevendo e Publicando Lobo de Rua

6 comentários

O que é um conto?

Outro dia um amigo estava me perguntando sobre contos. Mais especificamente, se eu tinha alguma dica para escrevê-los, já que um conto não é um romance em miniatura. Um conto é um monstro particular. Vamos complicar ainda mais: na tradição latina, a definição de conto se dá pelo conteúdo: seria a obra literária com um único núcleo e único clímax, ou seja, uma narrativa fechada que não explora conflitos secundários. Certo… Então temos aquela velha dúvida: o conto é um “pedaço” de um romance? E assim entramos no território do “pode ser, não sei, depende.”

Ir para o texto O que é um conto?

Comentar

O que está em jogo?

Eu posso perder meu emprego. E com a esposa grávida no oitavo mês, meu Deus! O que você faria na minha situação? Recusaria a proposta? É muito fácil dizer “eu jamais faria isso” com os boletos pagos, o pote de ração da cachorra cheio e um carro automático na garagem. Mas e se você estivesse na minha situação?

Ir para o texto O que está em jogo?

Um comentário

Das Olimpíadas ao Duplipensar

Então que alguém compartilhou uma foto da abertura das Olimpíadas de 1936 em Berlim, com a frase “ah, mas a festa foi tão bonita…” Além de provavelmente bater o recorde olímpico da Lei de Godwin, o “argumento” me deixou mastigando esse assunto por alguns dias. Cá estão minhas ruminações. Eu assisti a abertura dos Jogos Olímpicos com um olho na TV, outro no Twitter (já que os comentários na rede do passarinho são infinitamente melhores) e gostei do que vi. A festa foi bonita. Teve coisas incríveis e teve empoderamento. Agora, dizer que eu gostei da abertura não é dizer…

Ir para o texto Das Olimpíadas ao Duplipensar

Um comentário

Porque eu tenho medo de fantasmas

Escrevi uma novela sobre um lobisomem tentando sobreviver trabalhando para a máfia em uma Campinas futurista, um lugar com cucas, sacis, unhudos e outras criaturas. Também escrevi sobre Lúcia, a filha do chefe e parceira de Rhalfe para resolver as questões como assassinato, milícia e hackers. Até que se envolvem em um problema maior do que parece. A novela chama-se Trabalho Honesto e será publicada de graça somente para quem deixar o nome e e-mail no site que fiz para divulgá-la. Acesse aqui e deixe o seu e-mail lá! “Mas Rodrigo, você acabou de escrever um textão sobre como publicar…

Ir para o texto Porque eu tenho medo de fantasmas

Comentar

O que raios é Markdown?

Sempre achei difícil escrever para a web no Word. Não sei se é a interface cheia de botões, ou se apenas a referência clássica, mas ele sempre me pareceu “sério demais”. Tipo, “escrever de verdade”. É como comprar uma papelaria estilosa. Escrever qualquer rabisco ali parece ofensivo. Aí que sempre achei difícil escrever usar o programa para essas besteiras mais leves. — posts para blogs, newsletter, artigos, e-mails. Então acabei descobrindo esse tal de Markdown, há coisa de cinco ou seis anos. (Se prepara que é hora da nerdice). Markdown é uma linguagem de marcação, assim como o HTML. Ele é um jeito de escrever em texto puro, deixando anotações sobre a formatação. Ih, complicou?

Ir para o texto O que raios é Markdown?

Comentar

Como conseguir freelas de redação

Viver de home-office é o sonho de muita gente, mas para isso você precisa de clientes ou de um cônjuge rico. Aí vem aquela perguntinha básica e tão difícil de responder: como conseguir freelas de redação? Opa, você quer a fórmula mágica? Estamos aqui para isso! (E provavelmente para te desapontar com a resposta). E já que o elefante está aqui, vamos começar com ele: dá para viver da escrita? Sim, eu vivo do que produzo como redator freelancer, mas, ganho menos do que ganhavam quando em agência (mas também tenho menos gastos fixos com combustível, manutenção da moto, e economizo bastante almoçando em casa). Mas principalmente, sem uma rotina estressante, compro bem menos por impulso.

Ir para o texto Como conseguir freelas de redação

Um comentário

Como ter seu livro publicado

“Terminei meu original. E agora, o que eu faço?” Recebi um e-mail curioso outro dia: “Oi, Rodrigo, tudo bem? É o seguinte: eu terminei um original e não sei o que fazer agora. Devo procurar um agente? Enviar para uma editora? Você conhece alguém pra me recomendar? O mercado literário é uma novidade para mim, gostaria de contar com sua experiência pra saber qual o próximo passo…” Em primeiro lugar, muito obrigado mesmo pela consideração. Infelizmente a verdade é que a minha “experiência em mercado literário” é praticamente zero. Nada. Nothing. Eu não vi, mas minha esposa viu… Eu tenho…

Ir para o texto Como ter seu livro publicado

Um comentário

11 blogs sobre escrita e redação para você acompanhar

Como andei escrevendo um trem grande demais para esse blog, resolvi trapacear essa semana e mandar uma listinha marota. Pesquei dez onze recomendações da lista de blogs que acompanho. Um pouco sobre redação, produtividade e claro, o fazer literário. Curiosamente, vários dos blogs que pensei em colocar aqui não são atualizados há meses, por isso ficaram de fora. Também não coloquei alguns dos maiores blogs sobre marketing de conteúdo, porque são bem chatos de acompanhar (usam formulinhas quadradas em seus posts). Também percebo que não acompanho canais que trazem muito conteúdo (mais que um por dia), já que eles tendem…

Ir para o texto 11 blogs sobre escrita e redação para você acompanhar

Comentar

Precisamos falar sobre clichês

A Trasgo não é uma revista de terror ou horror. Mas por algum motivo (talvez porque brasileiros adorem escrever coisas trevosas) eu recebo muitos contos do gênero para avaliar. E como se esse já não fosse o meu gênero menos favorito, é recheado, lotado, abarrotado de clichês. Vamos falar um pouco sobre eles? Primeiro: "por que não usá-los, se há grandes clássicos inspirados nessas estruturas?" Porque é um truque batido para aumentar o drama sem se dar ao trabalho. É como um cara lendo um livro de piadas no próprio stand-up. Nope. Você precisa fazer sua lição de casa e…

Ir para o texto Precisamos falar sobre clichês

5 comentários