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99 Dicas sobre Vida Criativa e Produtividade

Você vive da sua arte? Da sua escrita? Faz home-office ou está em busca de alinhar a sua vida criativa com aquele pouco tempo disponível? Você chegou ao lugar certo. Selecionei os melhores links da Newsletter Viver da Escrita sobre produtividade, criatividade, arte, enfim! Tem um pouco de tudo.

Veja também: 99 Dicas sobre literatura, escrita e publicação!

Este mês ainda vem coisa boa sobre redação publicitária, diversidade e futurismo. Então fiquem de olho aqui no blog e claro, mandem o link às amigues artistas! 😀

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Viver de Arte é possível?

Então você quer viver da escrita? – Um texto que explica o propósito do site para começar pisando fundo.

Como me tornei sonhador – Texto do convidado Lucas Amaral, criador do Clube de Autores de Fantasia, onde conta um pouco da sua trajetória até a criação do clube.

Neil Gaiman: sobre contar histórias e outras estranhezas“Eu era uma bagunça gloriosa aos 26. Mas eu era uma bagunça gloriosa que tinha alguns grandes sonhos combinados e nenhum plano B.”

Então, você tem uma ideia? – Uma das coisas que você mais ouve quando se assume como “escritor” perante o mundo é que todo mundo tem ideias. Desde a cabelereira da esquina ao rapaz que assa o frango no açougue, todos têm na cabeça uma história que daria um bom filme. A segunda coisa que ouve é “você deveria escrever sobre isso”.

11 dicas sobre pedir demissão para ser freela – Vai pedir demissão? Não tão rápido, pequeno gafanhoto! Às vezes uma boa preparação é a chave para que a sua vida de freela não seja um barco furado.

Toda produção é uma destruição. – Aline Valek: “E no nosso mundo não é tudo que tem valor. Fazer um power point para convencer um cliente a investir dinheiro numa campanha publicitária para vender mais barbeador tem mais valor que fazer cabaninhas com vassouras e lençóis para o filho brincar no meio da sala. Vender seu tempo num escritório para ficar oito horas diante de um computador tem mais valor que lavar seu próprio banheiro. Em um caso estaremos sendo produtivos e no outro… apenas fazendo nada?”

Quando penso em viver de arte – Érica Bombardi: “E se eu não conseguir pagar minhas contas? E se eu tiver de tirar as crianças da escola ou cancelar o plano médico? E se me acusarem de ser inútil? E se eu fizer tudo isso e não chegar a lugar algum? E se nunca ninguém ler o que eu escrevo? E se…

Precisamos falar sobre Whindersson Nunes – João Doederlein: “A escritora sentou na frente do seu computador três vezes e escreveu cinco capítulos. Faltou inspiração e já se passou mais de um ano que ela não toca no arquivo, que toda semana jura que vai abrir e escrever mais. “Tenho coisas mais importantes que tomam o meu tempo”. Sua namorada? Fez dez vídeos. Em oito meses. Ganhou 200 inscritos, desistiu. “É impossível, precisa ser amiga de gente famosa já pra dar certo”.

Helsinki Bus Station Theory: STAY ON THE BUS – Da rodoviária de Helsinki partem vários ônibus. As primeiras cinco ou seis paradas são as mesmas para várias linhas. Mas é só lá na frente que se separam e tomam os seus caminhos únicos. Toda arte começa derivativa. Se você quer produzir algo único, continue no ônibus.

Unusual Jobs of Famous Writers – Um bom infográfico das profissões “antes da fama” de gente como Chuck Palahniuk, Kurt Vonnegut e F. Scott Fitzgerald.

The Deliberate Creative – Ainda naquele assunto das 10.000 horas. Uma resposta a Scott Kaufman, que escreveu que “para trabalhos criativos, essa regra não vale”. Mentira, vale sim.

Just don’t lose the magic – Austin Kleon – Um artigo que me pegou de jeito. A gente cresce, melhora e um dia decide “escrever de verdade”. E aquele humor, aqueles trejeitos que tornavam sua escrita única, desaparecem. Foi só quando voltei a me levar bem menos a sério que comecei a sentir que eu estava escrevendo algo que alguém gostaria de ler.

Control What You Can Control: Good Writing (And Life) Advice – Chuck Wendig: “As I am fond of saying, every day with a child is like that scene in Jurassic Park where the velociraptors learn to open doors. Having children is a good way to remind you how woefully outmatched you are in all things. More importantly, it reminds you how little control you have. Lots of influence! Little control.”

Você não é uma fraude

Por que eu cancelei meu contrato com uma editora e lancei meu livro de graça sozinha – Autores às vezes passam um belo perrengue nas mãos de editoras, principalmente aquelas menos competentes e sérias: (…) anos adiante, uma editora conceituada se ofereceu para publicar minha dissertação de mestrado. Finalmente o sonho virou realidade, exceto que agora, três anos depois, cancelei meu contrato com eles. Depois de considerar isso por no mínimo dois anos.

Um e-mail é o que separa você da realização do seu projeto – A Trasgo começou com um e-mail. Às vezes, o que falta para o seu projeto é um empurrão, é mostrar a cara e mandar logo aquela mensagem.

Sobre acreditar e lutar pela sua arteUma das coisas mais difíceis de viver da escrita nada tem a ver com as linhas tortas que saem de sua caneta, nem mesmo com o processo de pensamento que leva a elas. Tem a ver com todo o resto. Você já contou para alguém que você está realmente tentando viver de sua arte, de sua produção?

Autocrítica: Por que somos tão duros com nós mesmos? – Karen Vogel: “E foi assim, em uma das conversas, que disse: “Sempre penso que nunca está suficientemente bom o que faço, estou sempre me criticando por meu desempenho mediano. Até com você, me esforço para fazer boas análises, mas sempre saio sentindo que não está bom. O que eu faço não está bom”. Ser duro consigo mesmo é algo familiar para muitos de nós.”

Pay it Foward – Karen McGrane – “In a sense, I owe the trajectory of my successful career to that guy who agreed to meet an unknown 23-year-old woman for coffee. I wish I could thank him, but I don’t remember his name.”

We’re All Frauds – Gina Trapani: “No one knows what they are doing. No one. Everyone who’s paying attention feels like a fraud sometimes, and on some level, we all are. Welcome to the club!”

Letters to a Young Artist: Anna Deavere Smith on Confidence and What Self-Esteem Really Means – Um belo apanhado sobre confiança, autoestima e validação. O que é realmente isso e como criar uma arte significativa.

Emmie Mears: Hi, Hello, We’re Here to Revoke Your Artist Card – ” The Face exudes a sour smell, like a dirty sock that fell in a catbox. That smile stays plastered on the Face like it’s been rolled up there with wallpaper glue. “You don’t belong here.”

Jennifer Garam – How to Keep Writing When No One Gives a Shit – “Isso doeu: But wait—when it’s published there are stats, an abundance of metrics to show me exactly how little everyone cares. How few people open my newsletter, how low my website traffic is, how small the engagement was for my latest Twitter or Facebook post. All the data there to prove just how much no one cares.

Jamie Varon – To Anyone Who Thinks They’re Falling Behind In Life – Este artigo caiu na minha timeline em boa hora, eu estava precisando dele: “If it’s not the time, it’s just not the fucking time. You need to give yourself permission to be a human being.”

On the Soul-Sustaining Necessity of Resisting Self-Comparison and Fighting Cynicism: A Commencement Address“In its passivity and resignation, cynicism is a hardening, a calcification of the soul. Hope is a stretching of its ligaments, a limber reach for something greater.”

Self-Care & Depression: A ConversationMy family didn’t believe in therapy and a therapist was a marker of wealth — of people who could afford to pay someone and sit around and talk about how sad they were. It was a luxury to them. It was also considered self-involved. So I find that when it comes to trying to motivate myself, I’m already mad at myself for being sad, you know? I equate it with not working hard enough, too.

Self-care isn’t apathy – Embora a matéria fale sobre Trump, podemos aplicar o mesmo conceito aqui no Brasil. Ficar um pouco longe do chorume das redes sociais, eleições, golpe e tals, não é apatia. É auto-preservação: “Can I still offer a little friendly advice? Pace yourself here. Remember that self-care is not apathy, and that sensory overload isn’t social justice.”

Arte X Dinheiro X Tempo

Zest – Contornando os desafios de ser freelancer – Como lidar com a solidão, desvalorização do profissional (muito interessante!) e organização.

Um trabalho que dá trabalho para ser pagoImagine que você chegue numa entrevista de emprego e ofereçam a seguinte vaga pra você: “É um trabalho que você pode fazer de casa, sem chefe te cobrando horário. Mas o horário de trabalho é todos os dias, inclusive eventualmente aos finais de semana e feriados. A carga de trabalho diária ultrapassa facilmente as oito horas. Não tem banco de horas, nem hora extra remunerada. Não tem férias, décimo terceiro, vale alimentação ou plano de saúde.”

Cobre direito ou faça de graça: nunca se venda barato – Existe algo pior do que trabalhar de graça: cobrar pouco. Se tem algo com grandes chances de dar merda frustrar expectativas de ambos os lados é quando o serviço é barato. O que é “barato?” É o marido da barata, tu-du-tshi!

Como mestrar RPG me ajuda a fazer orçamentos rápidos – O último texto exclusivo do ebook foi para o blog! Bônus: tem dragão no texto.

Ainda restará a Arte – Ensaio de Aline Valek sobre “Estação Onze”, de Emily St. John Mendel, sobre o papel da arte no pós-apocalipse.

Grana e Criatividade – Zé Wellington sobre a falsa dicotomia dinheiro x criatividade. É possível ganhar dinheiro com arte, e o nome disso é “economia criativa“.

Selling Out: An Artist’s Search for Money and Meaning – Hallie Bateman: “After all, when I signed the contract I placed value on everything but money: The publisher was prestigious, I’d get experience in publishing, and it seemed like it would be fun. The check was exactly the amount I’d agreed to. So why was I so disappointed? The reasons I’d had for doing the book suddenly seemed vain and foolish. I needed to pay rent and buy groceries. Just as that first check had convinced me I was an artist, this one convinced me I was also a business. A shitty one. “

Watch People in Other Industries React Hilariously to Being Asked for Free Spec Work – O vídeo vale mais para redação publicitária, mas escritor também passa por isso. “Não dá para entregar o primeiro texto de graça, se eu gostar pago os outros?” NÃO.

Brain Pickings – Henry Miller’s 11 Commandments of Writing and Daily Creative Routine – Um programa curtinho para manter a escrita sempre fresca. Gosto muito do número 9: Discard the Program when you feel like it—but go back to it next day.

Should I work for free? – Um infográfico explicativo.

The Myth of the Artist’s Creative Routine – Adoramos ler sobre métodos e hábitos dos outros escritores e criativos. Mas, na maioria das vezes, a informação está tão descontextualizada que não significa nada. By which I mean Ernest Hemingway would still have written some of America’s greatest novels if he sat at his desk instead of standing and if he had worked while barefoot instead of while wearing oversized loafers.

The Key to Luck Is Being a People Connector – Jocelyn K. Glei – Escritores precisam de sorte (quem não precisa?). Puxa, aquele escritor conseguiu a primeira publicação com um amigo. Aquele lá era sobrinho do cunhado da editora. Aquele era brother da galera. Sobre sorte e pessoas. (E por que a gente vive repetindo para novos autores: “vá em eventos!”)

Nobody Cares How Hard You Work – Oliver Burkeman sobre as armadilhas da relação trabalho e tempo: “The behavioral economist Dan Ariely tells the story of a locksmith, who, as he got better at his work, started getting fewer tips, and more complaints about his prices. Each job took him so little time or effort that customers felt cheated—even though, pretty obviously, being super-fast is an asset in a locksmith, not a fault.”

Discutindo produtividade

7 dicas para aumentar a produtividade no Windows – Algumas dicas simples que me ajudam muito no dia a dia, principalmente para criar as newsletters e blogs.

Trabalhar em casa: um guia para iniciantes – Fê e Debbie, do Pequenos Monstros, fizeram este pequeno guia contando como organizam as tarefas e horários. Como cada pessoa trabalha melhor de uma forma diferente, o home office pode mesmo ter absolutamente tudo isso. Só que ele também pode ser sinônimo de trabalhar o dobro de horas, perder entregas e não conseguir se concentrar por um monte de motivos diferentes.

O dia em blocos – O ilustrador Fábio Alencar comenta sobre como decidiu dividir o seu dia em blocos, destinado a finanças, ação e aprendizado. Ideia interessante, quero ver se roubo parte do conceito para mim.

How you keep time influence how you spend time – Jocelyn K Gley: hábitos aparentemente inofensivos como olhar as horas no celular em vez de um relógio podem ter um efeito maior do que parece em nossa produtividade (e sanidade).

A precious hour – Rands sobre o milagre de reservar uma hora todo dia para você. (Eu tenho minha hora sagrada, das 8 às 9 da manhã, quando me dedico exclusivamente à minha literatura.)

How to Stick With Good Habits Every Day by Using the “Paper Clip Strategy” – James Clear sobre o poder de uma marca visual do seu progresso no dia, no mês, ou em direção ao seu objetivo. Bom para quem busca manter novos hábitos.

Want to be more productive? Don’t go paperless. – Chad Hall – Nenhuma invenção digital consegue o mesmo efeito de um bom papel e caneta. Apesar de meu método de produtividade ser integralmente digital (opa, olha o ebook das 3 listas aqui nesta newsletter!), eu sempre tenho comigo um caderno ao meu lado na mesa para desenhar fluxogramas, listas, ideias e ajudar a organizar minha mente.

I just want to do One Big Thing – Nick Burka: mais uma possível adição ao seu sistema de produtividade. Sim, eu falo sobre isso no e-book das 3 listas, mas o Nick explica um pouco melhor: uma tarefa grande e cabeluda por dia. Só isso e você verá o quanto é possível conquistar em um único mês. 3 listas para tudo organizar é um ebook sobre produtividade e gerenciamento de tarefas, com a mesma linguagem supimpa do blog.

Take a Load Off: The Missing Key to Productivity Is Reflection – Jocelyn K Glei: “Most people equate being busy with being productive. As long as we’re “getting things done,” we feel like we’re headed in the right direction. We think that doing something must be more productive than not doing anything. That action is more powerful than reflection. That being busy is better than being idle. But is it?”

I stop working by noon every day — and I’ve never been so productive – O título tem uma pegadinha, mas bons conselhos: faça a coisa mais complicada cedo e defina um deadline para o trabalho. Para quem trabalha em home-office, essa regra é ouro!

The Best Newsletters for Creativity & Productivity-Obsessed People – O próprio título já diz tudo. Mas faltou aí a Newsletter do Viver da Escrita. 😉

Is It Necessary?Life is challenging. People are complicated. Things are difficult. Everyone is busy. That will never change, but you can. The first step is to recognize that we are constantly socialized and encouraged into all kinds of unnecessary stress and strife. The seductive lure of excess seems to have permeated everything. Everything is extreme, ultra, and super sized. We are so surrounded by and immersed in it that it can be difficult to notice.

If Work Is Digital, Why Do We Still Go to the Office? – Questão interessante, sobre o que é realmente “trabalho”, a necessidade humana da socialização e uma leve pincelada sobre o futuro do escritório.

Productivity Is Really About What You Don’t DoThe best productivity tip I ever got was the idea of a “stop-doing list” from Jim Collins. In this Age of Distraction, we’re all dodging and weaving between so much incoming information that what you don’t do on a daily basis has become as important-if not more-as what you do execute on.

Actually, more data might not be what you’re hoping forBut there’s one group that doesn’t need more data… Anyone who’s making a long-term commitment. Anyone who seeks to make art, to make a difference, to challenge the status quo.

You Get There First: On Craft & Creativity Over Shortcuts & Hacks – Como muitas vezes a forma de chegar na frente é evitar os atalhos. Paciência e um trabalho bem feito são os ingredientes para uma longa carreira.

Seja mais criativo

Você não é melhor do que ninguém só porque lê muitos livros – Lady Sybylla – Estava incomodado com isso outro dia e a Sybylla colocou em ótimas palavras. “Mas ó só, você não só não é melhor do que ninguém por ler muitos livros, como tem muita gente que lê bastante, mais até que a média nacional, e continua tapada.”

Autoinserção, criatividade e poder ser qualquer coisa – Um bom texto de Clarice França sobre autoinserção e representação em fanfics e jogos. Isso é importante? Sim, mais do que você imagina.

Chega de “Pensar fora da caixa”Por isso não gosto de “pense fora da caixa”. Porque a expressão pressupõe que você esteja lá dentro. E uma vez no interior da caixa, vai ficar difícil imaginar algo fora dela. Pense em uma coisa que não seja o John Travolta perdido.

Bobagens Imperdíveis – Quem veio antes – Aline Valek sobre a origem das ideias, o Liquidificador da Arte e as tais das referências.

A Central de Newsletters de Aline Valek – Porque além de produzir a bela news “Bobagens Imperdíveis”, a escritora Aline Valek também coleciona ótimas indicações de newsletters (e o Viver da Escrita está na lista, yay!)

Por que o consumo excessivo limita sua criatividade – Consumir mídias diversas é a chave para a criatividade. Mas se está muito difícil ter ideias novas e trabalhar, talvez você esteja consumindo um pouco demais.

Confissões de um ex pirata, atual artista – Escrevi um texto contando um pouco da minha controversa relação com a pirataria e alguns dos lados envolvidos nessa questão toda.

How to be more creative in 5 simple steps – Alguns exercícios interessantes e ideias para você exercitar sua criatividade.

Lifehacker – A Happiness Experiment: Can You Make Every Day Feel Like Saturday? – Ah, os artigos com títulos milagrosos… Recomendo pela parte muito válida sobre “stress contagioso”.

The 5 Types of Personal Projects (And How You Can Justify Pursuing Them) – Eu tenho um problema. Sou viciado em projetos paralelos, em maior número e complexidade do que seria saudável. Mas agora eu tenho um artigo para apontar e dizer “não é perda de tempo, é investimento!” 😉

Verbal To-Shin DoThink before you speak. Be clear on the reality you wish to create through the power of your words and do your best to craft your language to support this intention. Many unfortunate realities are created through mindless, knee-jerk, habitual, and emotionally driven language. Take a moment before words begin to carelessly spill from your mouth and ask yourself “what is my objective – what reality do I wish to create?”

On Motivation: Beloved Composer Leonard Bernstein on Why We Create: “Money is a perfectly valid motivation for art, as much as we’d like not to think so; but since it’s also the chief motivation for selling shoes, or Buicks, or chewing gum, it doesn’t quite explain what motivates art in particular. The same might be said for the other low-down motivating forces, like success, fame, popularity, adulation, and the rest; they are all, undeniably, motivations for the artist, for all artists; but insofar as these ideals also motivate Senators, Beatles, and fan dancers, one cannot say that they are uniquely motivations for art — that useless, most unsenatorial endeavor called Art.”

There’s magic in mess: Why you should embrace a disorderly desk – Tim Hardford explica um dos melhores métodos organizar os papéis em a sua mesa: não organize.

A Science-Backed Guide to Taking Truly Restful Breaks – Pesquisas apontam: “relaxar” lendo sites, livros ou dando aquela conversadinha no Facebook não descansa tanto desconectar.

Dalai Lama: Behind Our Anxiety, the Fear of Being Unneeded“In many ways, there has never been a better time to be alive. Violence plagues some corners of the world, and […] unthinkable violence is being perpetrated in the name of religion. And yet, fewer among us are poor, fewer are hungry, fewer children are dying, and more men and women can read than ever before. […] There is still much work to do, of course, but there is hope and there is progress.”

How To Create Art And Make Cool Stuff In A Time Of Trouble – Chuck Wendig: “It’s very difficult to just sit down, not look at the news, open a Word .doc, and start writing some cool shit. It feels, nnngh, somehow precious, too special, like you’re eating cake while the house burns. “Oh, I see we have zombies trying to break down the door,” you say. “This seems like an excellent time to watch Cinemax and masturbate.” That’s how it feels. And how it feels is wrong.”

Do Elephants Have Souls? – Caitrin Nicol Keiper – Ok, eu sei que essa matéria não tem nada a ver com o tema da newsletter. Mas é uma reportagem com dezenas de páginas sobre essas criaturas grandes e trombudas e incríveis. Para ler fazendo a digestão da ceia.

Não seja sequestrado

Você já está demitido e não sabe – Um belo texto de André Foresti sobre transformações, planejamento e da necessidade de se reconstruir (e se demitir) sempre. “O seu jeito de fazer não funciona mais. O que você faz será feito de outro jeito. A proposta de valor da sua empresa não será a mesma. A ferramenta não será a mesma. (…) Mas cá entre nós, que tesão viver nesse mundo, não?”

Como a tecnologia sequestra a mente das pessoas – Tristan Harris: “A cultura ocidental é construída em torno de ideais de escolha individual e liberdade. Milhões de nós defendem ferozmente nosso direito de escolher “livremente”, enquanto ignoramos como essas escolhas são manipuladas previamente por menus que nem escolhemos em primeiro lugar.”

Então eu meio que resolvi sair do Facebook – Demorei para conseguir tomar essa decisão. Três anos, na verdade. Mas no fim, não vou sair do Facebook em si, mas sim da timeline. Não é exatamente a mesma coisa.

Why you can’t stop being busy – Jocelyn K. GleiOnce you become busy, it seems almost impossible to stop being busy. Why is this?

Creative People Say No – Kevin Ashton – Você e eu deveríamos aprender isso também.

Adam Grant: The surprising habits of original thinkers (TED) – Adam Grant sobre a relação entre criativos e procrastinação, a supervalorização da originalidade e o medo de errar (o tal do plano B).

Reasons to be cheerful. – My Good Time ExperimentLast May I started an experiment. Each week I make a list — headed ‘Good Times’ — where I scribble down all the good things that have happened. Some weeks the list runs to over 30 ; other weeks just to 15 or 16. Some days I write nothing down, other days there’ll be a rush of experiences all in one go.

How To Pay Attention: 20 Ways To Win The War Against Seeing – Alguns exercícios bastante práticos para aprender a enxergar detalhes que outros raramente percebem. Ótimo para designers, escritores e afins.

On Envy – The Book of LifeUnfortunately, we are extremely bad students of envy. We start to envy certain individuals in their entirety, when in fact, if we took a moment to analyse their lives calmly, we would realise that it was only a small part of what they had done that really resonates with, and should guide, our own next steps.

Is It Just Me, Or Is the World Going Crazy? – Mark Manson: “What struck me the most was this constant narrative that somehow the world has become this insane and dangerous place and we need somebody to take charge and make everything “safe” and “secure” for us again. (…) Safe from what? Too much college education? From less teenage pregnancy? Seriously, I was dumbfounded — safe from what? What the hell do we need to be made safe from?”

Beyond anger – Martha C Nussbaum sobre a raiva: The central puzzle is this: the payback idea does not make sense. Whatever the wrongful act was – a murder, a rape, a betrayal – inflicting pain on the wrongdoer does not help restore the thing that was lost.

Escaping the Time-Scarcity Trap – Janet Choi sobre como pensar que seu tempo é escasso só o torna realmente raro: “When you are busy, you feel flustered. When you’re flustered you start focusing on reactive work — which makes you feel busier. And when you are busy, you feel flustered…”

Now or Never: The Dangers of Instant Gratification – Jocelyn K. Glei: “Much to my surprise, I learned that what makes us happy has very little to do with what gives our lives meaning. Happiness is very much about the present, having our wants and needs fulfilled in the moment. Meaning, on the other hand, is about connecting the past, present, and future; it is about activities that have purpose and duration and many ups and downs.”

I Used to Be a Human Being – Andrew Sullivan: “I was sitting in a large meditation hall in a converted novitiate in central Massachusetts when I reached into my pocket for my iPhone. A woman in the front of the room gamely held a basket in front of her, beaming beneficently, like a priest with a collection plate. I duly surrendered my little device, only to feel a sudden pang of panic on my way back to my seat. “

Turning Off Your Phone Is an Underrated Behavioral Intervention – Jesse Singal: “All of a sudden, it hit me: Just turn your phone off. The phone died with a resigned buzz and I slid it back into my pocket. At first, I continued to get phone tingles, that urge to check to make sure you aren’t missing anything important online (spoiler: you aren’t). But within, say, ten minutes (…) I was temporarily free.”

This Is How Social Media, Distraction, and Addiction Can Undermine Your Art – Jocelyn K. Glei: “A few months ago, a colleague of mine told me about meeting a young woman who was “passionate” about writing. He asked her what she had written recently, and she said nothing. In recounting the story to me, he said, “How can you say you’re passionate about something if you’re not doing anything about it?”

Facebook’s Mental Health Problem – Neste link, recomendado por Camila Fernandes, Kati Krause diz que talvez o Facebook não te deixe em depressão. Mas se você estiver mal, pode contar com azulão para te jogar ainda mais para baixo.

The Binge Breaker – Bianca Bosker entrevista Tristan Harris, criador da “Time Well Spent”, que busca tentar mudar (ou aliviar) as terríveis táticas de manipulação usadas pelas indústria de tecnologia e entretenimento para sugar todo o seu tempo livre: “Harris studied the psychology of behavior change, such as how clicker training for dogs, among other methods of conditioning, can inspire products for people. For example, rewarding someone with an instantaneous “like” after they post a photo can reinforce the action, and potentially shift it from an occasional to a daily activity. Harris learned that the most-successful sites and apps hook us by tapping into deep-seated human needs.”

Quit Social Media. Your Career May Depend on It. – Cal Newport: “I’m a millennial computer scientist who also writes books and runs a blog. Demographically speaking I should be a heavy social media user, but that is not the case. I’ve never had a social media account.”

Actually, Let’s Not Be in the Moment – Ruth Whippman: “I’m at the kitchen sink, after a long day of work and kids and chores and the emotional exhaustion of a toxic election season, attempting to mindfully focus on congealed SpaghettiOs. My brain flits to the Netflix queue. I manhandle my thoughts back to the leaky orange glob in front of me. My brain flits to the president-elect.”

Frase do dia: Viver de arte é fácil! Quem precisa de um teto, um plano de saúde, comida, roupa, supermercado...

Foto: ATOMIC Hot Links, Alex Lumez, Go-tea 郭天, xlibber , canonsnapper, Dylan Passmore, Hammerhead27 Flickr via Compfight cc

Postado em Referências no dia 17 de janeiro de 2017

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