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Arquivo por categoria Convidados

Como Voltar a Escrever

Escrevi esse texto no fim de 2014 e consegui seguir meus próprios conselhos durante um tempo. Mas a vida passa. A vida muda. É novembro de 2016 e eu estou relendo o que escrevi, tentando aprender com meu eu de uns anos atrás. Vou dar uma chance para o que ele tem a dizer, mais uma vez. Espero que essas palavras sirvam de ajuda para aqueles que querem voltar a escrever, seja em qual ano for. 🙂

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Quando penso em viver de arte

Para instigar novas ideias, Neil Gaiman aconselha que você pense “E se…”. E se gatos conversassem comigo? E se debaixo daquela ponte morasse um duende furioso? E se as árvores acordassem e caminhassem pela Terra? E se… Quando penso em viver de arte, sou assombrada por vários “e se”. Eles não funcionam tão bem quanto na criação narrativa. Eles me assombram porque, embora eu tenha preparado minha cesta de guloseimas, colocado minha capa vermelha, eu não encontro o caminho para a bendita casa do “eu vivo de arte”.

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A Caneta na Pedra: “Não existe distintivo de escritor”

Não sou dos que fazem valer o título do blog. Eu não vivo da escrita, apesar de ansiar muitíssimo por isso. Mas escrevo, sou pago para fazê-lo e já fui publicado algumas vezes. Eu comecei a escrever num fórum de RPG, fortuitamente o mesmo no qual o dono do blog começou a escrever contos. Passei anos e anos pensando que escrever era legal e mantendo um ou outro blog de contos e pseudo-crônicas. Mas nunca me passou pela cabeça que alguém me pagaria para escrever, até que isso foi quase atirado no meu colo.

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5 Coisas que Aprendi Escrevendo e Publicando Lobo de Rua

Lobo de Rua, novela de fantasia urbana que foi também a minha primeira publicação, é o marco zero de uma almejada carreira como escritora profissional. Primeiro clichê do texto, mas verdade universal: aprender é um processo constante. Nele, nossa experiência própria é o que mais conta, mas a absorção da experiência de terceiros também tem grande valor. Por isso, compartilho aqui cinco coisas que aprendi com a minha primeira publicação. Senta que lá vem história!

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Posso citar marcas ou trechos de outras obras no meu livro?

N.E.: Este é um texto do nosso convidado Rodrigo Assis Mesquita. O autor escreve uma cena romântica, de terror ou de comédia. Então pensa: “seria muito legal se eu pudesse colocar aqui uma ou duas estrofes de uma música para realçar o clima”. Em seguida, vem a dúvida sobre a legalidade da citação, depois o medo, e, por fim, a frustração com a legislação de direitos autorais. Contudo, não é preciso chegar a tanto. A Lei de Direitos Autorais (Lei Federal 9.610/1998) estabelece as denominadas “limitações aos direitos autorais”, ou seja, situações que não constituem ofensa aos direitos autorais de…

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Como me tornei sonhador

N.E.: Texto do convidado Lucas Amaral, criador do Clube de Autores de Fantasia.   Natal de 1996, tenho oito anos. Em meio às guirlandas, crucifixos e figuras santas, um grupo de pessoas se reúne em círculo. De mãos dadas e ombros nivelados com cinturas em jeans desgastados, os adultos iniciam uma oração. Minha avó, ao perceber que permaneço em silêncio, me repreende. Poucos momentos depois, lá está o pequeno Lucas, repetindo palavras que não lhe fazem sentido algum. Foi o primeiro sintoma da represália social. *** Era um dia qualquer de outono de 2005. Aos dezessete, sou obrigado a postar-me…

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