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News #45: Pavê de chocolate

Olá, pessoas lindas e natalinas!
Nesta newsletter, uma receita de pavê! E também uma promoçãozona: 60% de desconto em qualquer um dos (dois) cursos do Viver da Escrita! Mas tem um detalhe: o cupom só vale para presentear alguém.

Se você estava pensando no que comprar para aquela escritora especial da sua vida, olha a chance. E se você sempre quis fazer um dos cursos, aproveita para jogar aquele charminho no cônjuge, parentes, amigos… Vale olhões, beicinho, “nunca te pedi nada”…

Presente de Natal

Para participar, basta colocar o cupom PRESENTEDENATAL na hora do checkout, e então eu entro em contato com você para comunicarmos o presenteado ou presenteada. Como os cursos são feitos integralmente online (por email), não é preciso se preocupar com a disponibilidade de horários.

Por enquanto, só estão disponíveis os meus cursos (no ano que vem teremos novidades!), que são: Oficina Completa de Redação Literária – Módulo básico (versões Light e Completa) e Curso de storytelling: como contar histórias na internet.

Aqui eu explico mais sobre o curso e detalho melhor como funciona a promoção:

https://viverdaescrita.com.br/presente-de-natal/

Aproveite, que o cupom só vale até o fim de dezembro!


* O que ando aprontando *

Não comentei publicamente, mas estou tocando a tão sonhada construção da casa própria. Então, em vez de escrever, estou fazendo orçamento de tijolos. E lajes. E portas. E janelas. E nunca reparei que tem tanta coisa dentro de uma casa. Dito isso,

– A Trasgo ficou em terceiro lugar no prêmio Argos de melhor coletânea, yay!

– Falando nela, você já leu a última edição da Trasgo?

– Aproveita a empolgação e vai ler a última Mafagafo também!

– Falando na Mafagafo, ela está sorteando um curso meu, olha só.

– Quem também está com uma ação assim é a Fernanda, do Bookworkm Scientist

– E também logo mais sai uma açãozinha no podcast Os Doze Trabalhos do Escritor, que se você ainda não ouve, deveria.


* Para quem escreve *

Oh Shit, I Jumped The Gun (Again) – Tracy Barnett : But in finishing a project? Especially one where you’re beholden to no deadlines save those you set for yourself? Slow. The. Fuck. Down. It may not feel like it, but there’s no prescribed moment where your success can happen. There’s no magical window of opportunity which closes forever if you miss it.

#Wonderbook – O design da narrativa – Fernanda Castro : No entendimento tradicional que temos sobre enredo, ele é um percurso narrativo no qual os fatos se relacionam uns com os outros, seja por causa e efeito ou por coincidências inteligentes, criando um efeito acumulativo que vai pipocar em um fechamento. Um enredo pode conter reveses (que vão desde catástrofes até simples topadas no dedão), descobertas, complicações (você precisa demitir um funcionário, mas aí você descobre que ele é primo do seu melhor amigo) e resoluções.

Science in Sci-Fi, Fact in Fantasy – Dan Koboldt : Um apanhado de artigos (em inglês) escritos por cientistas sobre mitos, erros e acertos na ficção científica.

 

* Ficções, intimidade e arte *

Finding the Exhaust Ports – Jon Gold : These corporations don’t see our humanity. Instead, we’re users—faceless data-points on an overzealous Product Manager’s dashboard of metrics to be optimized: cohort is a wonderful way to dehumanize thousands of people at once.

The Comforting Fictions of Dementia Care – Larissa MacFarquhar : In dementia care, everybody lies. Although some nursing homes have strict rules about being truthful, a recent survey found that close to a hundred per cent of care staff admitted to lying to patients, as did seventy per cent of doctors. In most places, as in Chagrin Valley, there is no firm policy one way or another, but the rule of thumb among the staff is that compassionate deception is often the wisest course.

The Crisis of Intimacy in the Age of Digital Connectivity – Stephen Marche : The basic contradiction is as simple as it is desperate: the sharing of private experience has never been more widespread while empathy, the ability to recognize the meaning of another’s private experience, has never been more rare.

The End of Endings – Amanda Hess : Didn’t endings used to mean something? They imbued everything that came before them with significance, and then they gave us the space to reflect on it all. More than that: They made us feel alive. The story ended, but we did not.

How to Be an Artist – Jerry Saltz : No one asks what Mozart means. Or an Indian raga or the little tripping dance of Fred Astaire and Ginger Rogers to “Cheek to Cheek” in Top Hat. Forget about making things that are understood. I don’t know what Abba means, but I love it. Imagination is your creed; sentimentality and lack of feeling your foe. All art comes from love — love of doing something.

The Power of Cautionary Questions: Neil Gaiman on Ray Bradbury’s ‘Fahrenheit 451,’ Why We Read, and How Speculative Storytelling Enlarges Our Humanity – Maria Popova : Any story is about a host of things. It is about the author; it is about the world the author sees and deals with and lives in; it is about the words chosen and the way those words are deployed; it is about the story itself and what happens in the story; it is about the people in the story; it is polemic; it is opinion.

O lobo devorou, sim, a Chapeuzinho – Marta Rebón : A cautela desmedida para não ferir sensibilidades poderia levar os contos a se transformar em diversões inofensivas ambientadas em um mundo distorcido, onde não há decepções, dor ou conflitos. Se as opções forem sendo suprimidas, as crianças experimentarão cada vez menos seus limites. Ao adocicar os contos infantis, nós as privamos daquilo que é mais valioso: o acesso a significados mais profundos, a estimulação da fantasia, a compreensão de certas emoções e, até mesmo, a inspiração para descobrir soluções.

 

* Sumir e produzir. Ou o oposto *

The ones who disappear – Austin Kleon : In a 1980 Playboy interview, when asked what he’d [John Lennon] been doing, he answered, “I’ve been baking bread and looking after the baby.” The interviewer asked, “But what have you been working on?” to which Lennon replied, “Are you kidding? Bread and babies, as every housewife knows, is a full-time job.”

In Praise of Mediocrity – Tim Wu : I’m a little surprised by how many people tell me they have no hobbies. It may seem a small thing, but — at the risk of sounding grandiose — I see it as a sign of a civilization in decline. The idea of leisure, after all, is a hard-won achievement; it presupposes that we have overcome the exigencies of brute survival. Yet here in the United States, the wealthiest country in history, we seem to have forgotten the importance of doing things solely because we enjoy them.

Can you be a good person if you don’t read the news? – Leah Finnegan : I’ve come to the conclusion that the only way to keep going is to step back. News outlets are not going to stop covering idiotic things because they must do so in order to survive, or so they’ve convinced themselves, so the burden of sanity lies with the consumer. But… does this make me a bad person?

Everything Is for Sale Now. Even Us. – Ruth Whippman : As my friend Helena (Buy her young adult novel! Available on Amazon!) puts it, buying, promoting or sharing your friend’s “thing” is now a tax payable for modern friendship. But this expectation becomes its own monster. I find myself auditing my friends’ loyalty based on their efforts. Who bought it? Who shared it on Facebook? Was it a share from the heart, or a “duty share” — with that telltale, torturous phrasing that squeaks past the minimum social requirement but deftly dissociates the sharer from the product: “My friend wrote a book — I haven’t read it, but maybe you should.”

 

* Contos recomendados *

What Is Eve?
Will McIntosh na Lightspeed

“I’d never been on a quieter school bus. Kids were whispering to each other, looking scared as hell as the bus clipped stray branches from the endless forest pressing in on both sides of us.

“This isn’t even a two-way road,” I murmured to Flora, the girl sitting beside me. She was chubby and had braces.” Nine Last Days on Planet Earth
Daryl Gregory na Tor.com

“On the first night of the meteor storm, his mother came to wake him up, but LT was only pretending to sleep. He’d been lying in the dark waiting for the end of the world.”

Nabu
Isa Prospero na Trasgo

“Mamãe dizia para não brincarmos com inteligências artificiais, mas Nabu era muito burro.
Eu o encontrei nos mares de lixo enquanto buscava coisas que a gente pudesse vender no Verde. Ele estava escondido embaixo de pedaços enferrujados de naves, transmissores, conduítes, escâneres, circuitos emaranhados e mais um monte de tralha. Eu vi uma perna primeiro. Ela brilhava, mas quase tudo no Lixo brilhava sob o nosso sol. O que me chamou a atenção foi que a perna terminava num pé redondo com garras, diferente do pé de qualquer robô que eu já tivesse visto. A perna também era bem menor e mais fina do que a de um robô comum.”

 

* Receita de pavê *

Pavê de chocolate – Panelinha


Se esta newsletter fosse quinzenal como deveria, ainda haveria mais uma antes do fim do ano. Mas neste momento da vida isso não será possível, então deixo aqui o meu desejo sincero de um Natal em que você possa lembrar, redescobrir, ou então inventar um novo significado da palavra família. E muita força para 2018, que você continue em frente. Enfrente.

Um grande abraço,
Rodrigo


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Frase do dia: É pavê ou pacumê?

Foto: Eu procurei uma foto melhor de pavê, mas...

Published in Newsletter no dia 5 de dezembro de 2018

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